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TIIDA SEDAN. SAI DODGE, ENTRA NISSAN
por Roberto Nasser - 21/7/2010
Em automóvel, as únicas pessoas com sentimento de fidelidade são os consumidores. Gostam de veículos. Fabricantes e revendedores, ao contrário, tem apenas traços de simpatia pelo produto, por gerar o que mais gostam: lucros. Daí, sem fidelidade, vão às práticas liberais, uns swings, umas ménage a trois comerciais, onde a permissividade roça o reconhecimento da paternidade, e carros de uma marca se passam para outras, por pequenos retoques ou maquiagem.
A chegada do sedan Nissan Tiida é programa liberal mal sucedido, filho da Nissan, dado em criação à Chrysler, e chamado Dodge Trazo, pimpolho orgulhosamente apresentado no Salão do Automóvel de 2008. A Chrysler mingou, perdeu a identidade, é semi estatal dos EUA, gerida pela Fiat. Nas mudanças, rasgaram o ato de adoção e o mandaram de volta ao seu berço de japonês nascido no México.
Risco A nova gestão da marca no Brasil quer viabilizar o futuro da empresa, sanando problemas: vender menos que alguns importadores; ter confusão entre produtos; não ser identificado como japonês. Para corrigir, mudou diretores, cortou gente, produtos importados, e definiu características para importar o Tiida sedã, no limite do aceitável em preço a clientes atraídos por aparência - sem compromissos com segurança.
A fórmula é mais espaço e desempenho por menos preço; desapego à integridade física e material, no dispensar ABS e almofadas de ar; e preço em R$ 44.500. Atrativo às características e o motor moderno, 1.800 cm3, 16 válvulas, 126 cv; transmissão mecânica, 6 marchas, acionamento manual, e o trio de ouro: ar condicionado, direção com assistência elétrica variável, vidros e travas elétricas, e acessórios eletrônicos. Economia besta, vidro automatizado apenas para o motorista.
Carlos Murilo Moreno, diretor de marketing da Nissan, ex-Fiat, entende, o Tiida sedan será excelente opção para ampliar a presença da marca. Mario Furtado, diretor, situa-o concorrendo entre os sedãs Chevrolet Astra e Peugeot 307 e 207 Passion, VW Polo Sedã e Fiat Siena.

Nissan Tiida sedã. Simplificado em segurança
Roda-a-Roda
Expansão – Os sem problemas, admiradores de Porsches, expandiram em 89% as vendas entre janeiro e junho. A Stuttgart Sportcar, importadora oficial, entregou 340 unidades: 111 do utilitário esportivo Cayenne; 87 do sedã Panamera; 63 Porsche 911; 49 Boxter e 27 Cayman, o cupê. Previsões para 2010, 600 Porsches vendidos.
Enfim – 20 anos depois, o sonho dos executivos públicos do antigo Ministério da Indústria e Comércio, será realidade: a Toyota fará carro pequeno. A empresa anunciou produzi-lo em fábrica em Sorocaba, 90 km de S. Paulo. Obras imediatas, produção em 2012, investimento de US$ 600M; emprego para 1.500 pessoas; 70 mil ao ano.
Kawa – Outra moto Kawasaki importada, a Z1000 abusa da exposição e da dotação mecânica para atrair os clientes que, em percentual esmagador, nunca usufruirão de todas as suas capacidades: quatro cilindros, 1043 cm3, DOHC, 16V, aceleração de Fórmula 1. A R$ 46.990,00.
Nerd – Tens aptidão a blogueiro, quer viajar sem custos e ainda se divertir? A ALE, 4ª. distribuidora de combustíveis, abriu concurso para selecionar blogueiro para contar histórias como acompanhante do piloto Tiago Fantozzi durante a prova, entre Goiânia e Fortaleza. Informações, http://bit.ly/CadastroEquipeAle e http://bit.ly/EquipeAle Preferência – Corridas 8 das 11 provas do Campeonato Itaipava GT Brasil, 20 dos 26 competidores utilizaram pneus Pirelli. A marca quer se identificar com as corridas, como o faz no resto do mundo.
Retífica RN – Coluna passada, duas derrapagens no campo dos excessos: não há ESP no Ford Focus 2.0, como também não há uma segunda letra “i” no Idea.
Gente – Stephen Odell, inglês, 50, transferido. Era presidente da Volvo Cars, agora presidente da Ford Europa. OOOO Substitui John Fleming, agora Chefe de Produção Global e Relações Trabalhistas da Ford em Dearborn, EUA. OOOO Posse quando a Zhegian Gelly quitar a compra da Volvo. OOOO Li Shufu, chinês, chairman, acumulará cargo idêntico na Volvo, tendo Hans-Olov Olsson, sueco, ex- CEO da montadora sueca, na vice-presidência. OOOO Por outro lado, Jim Farley (48), atual vice-presidente do grupo de Marketing Global e chefe das operações da empresa no Canadá, México e América do Sul, terá um papel mais amplo na companhia, pois somará, também, a responsabilidade pelas áreas de vendas e serviços. Será a primeira pessoa a supervisionar todas as três áreas vitais da Ford em todo o mundo. Farley, cujo avô trabalhou para a Ford nos primórdios da história da montadora entrou para a empresa em novembro de 2007. Com a sua promoção a FoMoCo está reorganizando suas operações no Canadá, México e América do Sul. Assim, Eduardo Serrano (50), atual presidente e CEO da Ford México passará a responder pelas operações da Ford no México e na América do Sul como novo diretor-executivo da Ford América Latina. David Mondragón continuará como presidente da Ford Canadá. Agora, tanto Serrano como Mondragón, se reportarão a Mark Fields, vice-presidente executivo e presidente da Ford das Américas. Todas as alterações entram em vigor a partir de 1º de agosto de 2010. |
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